
Estive a rever este filme ainda agora. Gosto imenso apesar da adaptação bastante livre da história original da banda desenhada.

Um filme muito interessante...

Divertimento puro para ver sem mais qualquer ambição que não seja a de mais de 2 horas bem passadas!
E com 3.ª parte prometida...

Puro entretenimento! Afinal o crime perfeito existe mesmo! Felizmente, porque ladrão que rouba a ladrão...
É o nome do espectáculo da Companhia Nacional de Bailado actualmente em cartaz no Teatro Camões.
E é muito bom! 3 coreografias, a última das quais da autoria do bailarino e coreógrafo espanhol Nacho Duato, com o título Por vos me muero, é absolutamente fabulosa.
Recomendado!

Escapou-me no cinema mas desde que vi o dvd fiquei absolutamente rendida! Que filme fabuloso! Porém, é obrigatório gostar de comics, caso contrário não vale a pena. Mas para qualquer fã de BD é sensacional!

Um grande filme, uma história muitissímo bem contada, 2 actores fantásticos e uma fotogafia e banda sonora de cortar o fôlego... Além disso, também nos faz pensar muito sobre os preconceitos que, infelizmente, ainda subsistem na nossa sociedade sobre (homo)sexualidade. Um filme adulto para nos ajudar a crescer.

Fui ver. Não gostei especialmente. Enorme, e sente-se toda a sua dimensão. Interessante o tom de documentário que pretende dar, mas a sensação com que se sai de lá é que algures pelo meio, o tom da narrativa muda e começamos a entrar por intrigas pseudo-policiais e dramas psicológicos sem continuidade. O fim, uma desilusão...
A adaptação mais recente de um clássico da Jane Austen.
Um grande filme, 100% inglês (com tudo o que isso representa), 100% impecavelmente representado, com uma fotografia incrível, uma banda sonora extraordinária e aquela sensação de nos transportar para o meio da história, como se de uma verdadeira peça de teatro se tratasse.
A melhor prova? Talvez a imensa salva de palmas espontânea no momento em que o filme acaba, numa sala de cinema completa acima da metade e com um público de ambos os sexos, muitíssimo variado em idade e referências sócio-culturais.
Este também vale mesmo muito a pena!

É um filme baseado numa história de John Le Carré. E é um filme extraordinário! A história de base é muito, muito boa. As interpretações são fabulosas e a realização, parece-me que basta dizer que é de Fernando Meirelles (sim, o mesmo de A Cidade de Deus) para avaliarmos a qualidade inerente.
Como se não bastasse, é um filme que nos faz parar para pensar. E fazermos um esforço para nos apercebermos em que é que estamos a deixar transformar as nossas vidas, a nossa relação com o mundo, o poder exarcerbado que certas empresas detêm, a podridão da políica e dos interesses económicos, e ainda o facto de muitas vezes não sermos capazes de ver o que é essencial e verdadeiramente importante. E não perdermos a nossa capacidade de lutar por isso.
Uma lição a aprender.

Fui ver mas não gostei por aí além. Ainda ia cheia das imagens fantásticas do Villa Villa e este soube-me um bocadinho a "mais do mesmo" e sem a genialidade do outro espectáculo.
Também tive azar...: fui ontem às 11 da noite; um frio de rachar (que se sentia na íntegra dentro da ToyotaBox), chuva torrencial e uma horda de fumadores frenéticos que me deixaram literalmente impestada em cheiro a cigarro... E eu que não sou fundamentalista nesta coisa do fumar em locais públicos...
De qualquer maneira, acho que vale a pena ir lá espreitar. Principalmente para quem não viu o outro. Nem que seja pelas cenas com a piscina de fundo transparente...
Fui ver esta peça de teatro e confesso que não gostei muito. Sendo com o António Feio e o Virgílio Castelo achei que poderia ser no estilo do Arte, ou do Jantar de idiotas, ou da Conversa da Treta, que eram verdadeiramente hilariantes, mas nem por isso. Esta tem um humor um bocadinho forçado e disparatado... ao melhor estilo dos Irmãos Marx ou do Bucha e Estica... Enfim não era o que me estava a apetecer...
O Maquinista é um filme que não tinha tido oportunidade de ver no cinema e que estive a ver em DVD.
Não é um filme fácil. É estranho mas gostei bastante... recomendo-o a todos os que sofrem de insónias e pesadelos... e não só...

Nunca tinha tido oportunidade de ver este filme. Enquanto estava no cinema escapou-me. Sábado passado, por acaso, liguei a televisão ao calhas antes de me ir deitar e apanhei um late night show justamente com o filme que estava mesmo a começar. Fiquei a ver. E não me arrependi de me ter deitado tão tarde. O filme é muitíssimo bom, bem feito e bem representado. Também é um soco no estomâgo e na cabeça ao mesmo tempo. Pesado, perturba e incomoda, mas enquanto cinema é qualquer coisa de especial.
Bem sei que não é uma notícia muito actual mas não podia deixar passar esta questão sem a mencionar aqui. Uma referência para a Mariza, a única artista Portuguesa a participar no Live 8, através de um convite pessoal do Peter Gabriel, seu admirador incondicional.
Integrada na sessão Africa Calling que decorreu na Cornualha no extraordinário cenário do Eden Project, Mariza cantou e deslumbrou quem a ouviu.
Parece que o "fádôh" começa a ser moda em terras estrangeiras... Uma interessante tendência a seguir e a incentivar agora que Portugal pretende classificá-lo como património mundial junto da UNESCO.
Fui ver. Gostei muito, muito, muito! Um exemplo do bom teatro que se faz entre nós. Ao abrigo do conceito "um cenário dois projectos" este fabuloso texto de Frederico García Lorca é apresentado em teatro ou em dança. Assisti à versão de teatro, que para além de um elenco de actrizes extraordinárias tem uma encenação fora de série da responsabilidade do Diogo Infante. Além de original é de um bom gosto estético extremo. Recomendo vivamente. Teatro São Luiz.

Fui ver. Não gostei! Não gostei mesmo nada! Onde está a história do fabuloso livro de H. G. Wells? Onde está a remake do histórico de Orson Welles? Mr. Spielberg..??? Hello...???? Onde está a sua mestria de bem fazer filmes? Tom, meu querido, o que é que se passou...??? Ou sou eu que estou completamente noutra dimensão ou então houve aqui qualquer coisa que não resultou mesmo...

Fui ver ontem este espectáculo absolutamente único e fabuloso! A não perder! Não posso é adiantar muito mais para não estragar o efeito surpresa a quem ainda não viu. Além disso não é fácil explicar aquilo; só mesmo indo lá ver e ... sentir!

Gosto muito deste CD do Moby, versão edição especial com 2 discos, principalmente do CD "Ambient" que passou quase todo o fim de semana a tocar sem me cansar de o ouvir, exactamente como música ambiente enquanto trabalhava e lia.
Não resisto a transcrever o texto escrito pelo próprio, na contra capa do CD porque gostei do que li:
"(...) people sleep in hotel rooms and cry in hotel rooms and bathe in hotel rooms and have sex in hotel rooms and start relationships in hotel rooms and etc and etc, but yet every time we check into a hotel room we feel as if we're the first guest and we get very upset if there's any remnant of a previous guests stay. something about his idea, that these intimate spaces are wiped clean every 24 hours, fascinates me. that we enter a hotel room and it becomes our biological home for a while and then we leave. in some ways it's similar to the human condition.
we exist and we strive and we love and we cry and we laugh and we run around and we sleep and we build things and we have sex and then we die and, not to sound too depressing, the world is wiped clean of our biological presence. which, from my perspective, makes our brief biological time here all the more precious due to it's relative brevity. (...) but i don't feel like making music that is airless and lifeless because i also really like people and the messy miasma of the human condition and i want to make messy, human records that are open and emotional. because, whether i like it or not, i'm messy and human, too (...)"

Acho que nunca revelei a verdadeira paranóia que eu tinha (e ainda tenho) pela série X-FILES. Na altura em que era transmitida arranjava maneira de nunca perder um episódio ou então, em caso de força maior, gravava em vídeo para ver na primeira oportunidade.
Mais tarde com o aparecimento dos DVD's ocorreu a desgraça de verificar que na amazon uk foram vendendo as boxes com as várias épocas completas...
E eu fui comprando...
Presentemente ando deliciada a rever TUDO. Estou ainda na 1.ª época e só aí são 24 episódios sem contar com os "extras"... E pensar que ao todo são 9 épocas...
Apenas um apontamento para referir que a Amazon UK é melhor que a sua congénere americana. Apesar do câmbio da libra não nos ser tão favorável , as encomendas vindas do Reino Unido não pagam direitos de alfândega enquanto que com as dos USA fica mais caro pagar os ditos direitos do que a própria encomenda...

Fui ver este fabuloso filme.
Parece-me que sobre ele já foi dito tudo o que pode ser dito.
Entra directamente para o top dos 3 melhores filmes que vi em toda a minha vida. A sobriedade com que a história é contada, o desempenho de todos os actores (nota máxima para o fantástico Javier Bardem), a caracterização, a dimensão humana de todas aquelas vidas, a dignidade de todos os personagens.
E a lição de como se pode falar de um assunto tão dramático sem resvalar para melodramas; uma lição de que sem dúvida devemos poder decidir em consciência e dignidade aquilo que queremos da nossa vida .... e também da nossa morte.
A impostura de uma sociedade e de uma religião que vão perdoando aos suicidas mas que não permitem a eutanásia, uma morte digna, conscientemente pedida durante 28 anos por um homem lúcido, na plena posse das suas faculdades mentais, mas que tinha decidido não querer viver amarrado a uma cama.
A actualidade de um tema novamente em debate nos EUA com o caso Terri Schiavo ou no nosso país nesta época de Páscoa com o nosso cardeal patriarca a apelar à comunidade cristã que se una na luta contra o aborto e contra a eutanásia...
Até quando a hipocrisia e a cobardia de posições sectoriais de uma religião específica impostos à força a todo um país?

Seguramente um dos melhores filmes que vi nos últimos anos. É sempre bom ver que existem pessoas extraordinárias que não perdem a capacidade de nos surpreender pela positiva. Clint Eastwood é sem dúvida uma dessas pessoas. Se como actor nem sempre apreciava os seus filmes para além de uma cotação de serem agradáveis, desde que começou a desempenhar também o papel de realizador, cada filme é melhor que o anterior num crescendo constante. Este é pura e simplesmente uma obra prima sob todos os aspectos!

Bem sei que já não é novidade mas adoro este CD! Consigo ouvi-lo vezes sem conta sem nunca me fartar! E o concerto no Coliseu? Foi fantástico!

Vale a pena ir ver! Vale mesmo muito a pena!
Se quiserem investigar um bocadinho, previa ou posteriormente, usem o site oficial: Les Choristes.

Estes tipos são realmente fantásticos! Já da 1.ª vez que os tinha visto tinha achado o mesmo!
Na Fundação de Serralves, no Porto, encontra-se a primeira exposição em Portugal da Paula Rego, cujo nome é o de um dos quadros em exposição, e sem dúvida um dos mais curiosos.

Goste-se ou não do estilo é uma referência incontornável na nossa cultura e um marco a reter.
Achei a exposição muito interessante, rica em termos da quantidade do acervo de obras expostas. De algumas gostei, de outras nem por isso: achei-as muito pesadas, muito violentas, algumas quase que me atrevo a dizer de uma violência gratuita, ou que pelo menos não sei compreender.

Os desenhos que serviram de estudos para a obra, porém, são verdadeiras preciosidades, alguns, na minha modesta opinião, ainda melhores, mais interessantes, mais mágicos, do que a própia obra final.

De qualquer maneira, recomendo a todos os que gostem de pintura. Acho que não devem perder.
Fui ver e gostei mesmo muito... O António Feio e o José Guilherme voltam a dar cartas na arte de nos fazer rir com um humor fabuloso e muito inteligente. Desta vez o Zé Pedro Gomes não lhes faz companhia mas o João Lagarto é extraordinário! Se querem passar 2 horas bem divertidas.... recomendo!
Também fui ao Coliseu ver este espectáculo pela Companhia Portuguesa de Ópera.
Sem os fundamentalismos das óperas de São Carlos e sem os purismos da linha "pura e dura" dos fanáticos deste tipo de espectáculo, posso dizer que gostei muito da encenação simples e despretenciosa a valorizar acima de tudo a música.
E que música....
Sem dúvida uma das mais fabulosas obras de Puccini, sem dúvida uma das mais bonitas óperas de sempre e a história continua a ser uma das mais sentidas homenagens ao amor puro e absoluto; a ária "Un bel di vedremo" continua a fazer arrepios.
Fui ver o concerto e gostei muito!
Em termos de espectáculo audio-visual, encenação, apresentação e coreografias não podia ser melhor. Profissionalismo a 100%! Em termos de som.... Que me perdoem os especialistas mas o som do Pavilhão Atlântico não me convence...
Mesmo assim, 20 valores! Madonna reinventou-se de novo... E bem.
Na continuação do seu programa "A luz fixa das estrelas" a Cinemateca Portuguesa dedica o mês de Abril a 4 grandes actores internacionais: Marlon Brando, Elizabeth Taylor, Sean Connery e Julia Roberts.
Com maior simpatia pelos representantes masculinos, apenas porque enquanto profissionais os considero bem melhores do que as actrizes em questão, saliento alguns bons filmes que podem ser vistos: O Padrinho, O último tango em Paris, Marnie, Os intocáveis e Negócio de Família.
Para verem o calendário completo e o horário das sessões, consultem o site da Cinemateca em www.cinemateca.pt.
Fui ver o filme de que se fala. Como filme gostei. Os actores "vestiram" extraordinariamente bem a pele das suas personagens, os cenários são muito bons, o guarda roupa perfeito. O facto de ser falado em aramaico e em latim confere-lhe uma credibilidade de documentário... O estilo narrativo com o recurso a flashbacks é interessantissímo, e o facto de se limitar no tempo a uma parcela de 12 horas confere-lhe intensidade... O resto? O resto tem o efeito de um soco no estomâgo e de outro na cabeça ao mesmo tempo. Das 2 horas que o filme dura, 1h 30m. são passadas a ver o massacre de um ser humano pelos seus pares, com uma brutalidade e violência que sinceramente não me recordo de alguma vez ter visto no cinema. Excessivo? Não sei... Imagino que há 2000 anos atrás as crucificações não fossem muito diferentes e se a descrição pecar por alguma coisa será decerto por defeito... Tudo isto, melhor ou pior, temos de aceitar pois está o peso da história por trás... No entanto, desde que vi o filme há cerca de 1 semana, a mesma dúvida recorrente surge de forma cada vez mais intensa, com toda a carga herética inevitável, ao ponto de até ter algum receio em a expressar... Como é que milhões de pessoas em todo o mundo adoram um deus perante o qual ajoelham e ao qual entregam as suas almas, deus esse que supostamente prega o amor e a paz entre os homens de boa vontade e que funda os pilares da sua religião no massacre bárbaro do seu suposto filho, massacre esse que não apenas premeditou, mas ao qual teve "estomâgo" para assistir sem nada fazer para o impedir... ? Sem querer uma pessoa questiona-se...